A MÃE DE TODOS OS DIAS

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DIA DAS MÃES - Teatro CristãoPequeno relato de uma vida diária.

Uma mãe que cuida da casa, as filhas que não querem se envolver com as coisas da casa.

A mãe que se entristece com a incompreensão.

O desafio a mudança de atitude a partir do momento das homenagens.

Cenário: uma sala e uma cozinha

Personagens: Mãe e duas filhas(Daniela e Fernanda)
Objetivo: Mostrar ao filhos que não é só nos dia das mães que a mãe tem que ser amada.

Este texto está na web, com vários títulos diferentes, as vezes sem título nenhum...

NARRADOR: É muito fácil em uma data como esta, os filhos falarem palavras doces, de carinho para nossas queridas mães.
Esta, que um dia nos colocou no mundo, esperou por 9 meses, com paciência, com muito amor, e nos ajuda sempre.
Está sempre ao nosso lado. Mas, o que realmente importa a cada uma das mães, não é apenas uma programação bonita, nosso carinho, presentes neste dia, mas sim, em casa, vivermos o que estamos falando neste programa especial, dedicado com muito amor a você que é mãe.
(A mãe está em cena, preparando o almoço, pois suas filhas estão para chegar)
MÃE: Nossa! Já está quase na hora das meninas chegarem.
DANIELA: Oi mãe! Ai que fome. O que tem de gostoso?
MÃE: Olha eu fiz isso, não tinha mistura e o seu pai não deixou dinheiro.
(Daniela faz careta, sem que a mãe perceba e senta-se para comer, logo após chega a Fernanda)
FERNANDA: Mãe, você sabe que eu não gosto disso. Não tem nada? Que saco! Chego em casa com fome e olha o que tem. (fala brava).
NARRADOR: Mal sabiam as filhas a angústia que sua mãe estava por saber que aquela refeição preparada com amor, não agradaria suas filhas, pois cada mãe sabe o que cada filho gosta, do jeito que gosta.
(As filhas antes de voltarem ao trabalho, assistem um pouco de televisão, dando uma leve bagunçada na casa).
FERNANDA: Mãe, tchau, está na minha hora.
DANIELA: Espera eu, vou com você, terei de entrar mais cedo hoje, tchau mãe.
MÃE: Nossa, vou ter que ir ao mercado comprar algumas coisas.
NARRADOR: A mãe então sai para fazer comprar para a casa, e demora um pouquinho, porque todos aqui sabem o que é ir em um mercado, não é?!
(A mãe chega em casa com algumas sacolas, olha para a casa bagunçada e diz):
MÃE: Que bagunça! Deixa eu começar, né?!
(Chegam as filhas do serviço)
DANIELA: Ai que canseira, trabalhei até. (ela liga a televisão, enquanto entra a Fernanda).
FERNANDA: Já começou a novela?
DANIELA: Já, começou agora.
(As duas sentam na sala)
NARRADOR: Enquanto sua mãe está na cozinha limpando, pois teve um dia muito corrido e devido a isso a casa ainda não estava limpa.
MÃE: Venham me ajudar. Tem um monte de coisas para fazer, tive que sair hoje, vem me ajudar.
FERNANDA: Ah mãe, estou assistindo, estou cansada, espera um pouco.
DANIELA: A casa esta do mesmo jeito da hora do almoço mãe, ninguém fez nada e agora você fica enchendo, depois nós vamos.
NARRADOR: A mãe mais uma vez foi humilhada por suas filhas e chora ao travesseiro calada.
Filhas estas que dizem que a amam, que ela é tudo, mas no dia a dia são isso que acabamos de ver, e não percebem a tristeza que causam a sua mãe.
E você? Que tipo de filho está sendo? Talvez não seja este o seu problema, mas qual é o seu problema? Você está sendo aquilo que Deus e sua mãe esperam de você?
Quanto tempo vai esperar para amar de verdade a sua mãe? Quando perdê-la? Pois sabemos que nada neste mundo é para sempre e eterno.
Vamos então amá-las enquanto há vida, pois o amanhã pode ser tarde demais.
Diversos: