FILHO PRÓDIGO - em Versão Moderna

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Contexto: O filho mais novo de um rico empresário, tem o desejo de ter sua liberdade e explorar o mundo, pede sua parte na herança, mas perde toda a sua fortuna ao se entregar aos prazeres do mundo: drogas, bebida e prostituição.

Veja também
Personagens:
Pai
Mãe
Filho: mais novo
Irmão: filho mais velho
2 empregadas
2 moças
Pessoas para participar da dança
Cenário: uma mesa, onde uma família, pai, mãe e dois filhos, aparentando serem ricos fazem sua refeição.
FILHO: (levanta-se, caminha, de um lado para o outro e diz): - Pai eu decidi mudar o rumo da minha vida, sabe me cansei de estar sempre ao seu lado trabalhando, seguindo os seus caminhos, chega, o mundo é grande demais para eu ficar aqui!
PAI: Meu filho olha bem o que você esta dizendo, você quer deixar o seu lar e sair para o mundo.
MÃE: O mundo é mau meu filho!
FILHO: Eu só quero a minha liberdade! Poder conhecer tudo o que o mundo possa me oferecer, ser feliz!
PAI: Olha meu filho, apesar de te amar muito, não posso impedir sua ida.
IRMÃO: Ora pai, se ele quer, deixe-o ir. Não sei como pode pensar em deixar a paz o conforto e a segurança em nosso lar por uma aventura!
FILHO: Pai eu quero tudo o que é meu, a minha parte na herança.
MÃE: É muito perigoso você sair por aí com toda a sua fortuna
FILHO: Eu sei, mas é meu direito desfrutar de tudo que tenho.
(o pai se levanta e da ordem para as empregadas trazerem suas coisas).
PAI: Toma tudo isso é teu, vá meu filho.
(filho sai rindo, muito feliz).
(o restante da família se abraça muito triste, ficam olhando ele partir, saem de cena em seguida).
(entram 2 moças, chega o filho)
FILHO: (pede uma bebida, dá dinheiro para as moças, comporta-se como que embriagado).
(as moças, aproveitando da situação, tomam tudo o que ele tem dinheiro, paletó, camisa, ele cai, elas o chutam e saem)
(Quando acorda percebe que não tem mais dinheiro e começa a pedir esmola)
Monólogo do Filho
Eu tenho fome, frio, não tenho para onde ir, estou pedindo esmola (chora) na casa de meu pai, nunca tive fome e nunca senti frio, voltarei para a casa de meu pai e pedirei para que ele me aceite como seu empregado e assim não perecerei mais (levanta-se e vai saindo pelo corredor)
(entram em cena o pai a mãe e as empregadas) (o filho entra até a metade do corredor, quando levanta o rosto e vê o pai, corre ao seu encontro)
FILHO: Pai, pequei contra o céu e contra ti, pai já não sou digno de ser chamado seu filho, deixa-me ser como um de seus empregados
PAI: meu filho, meu filho, você estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado, alegrem-se todos, tragam roupas, um anel, vesti-o, porque hoje é festa! Matem um bezerro cevado, eu quero música, danças (entra pessoas dançando, música de preferência judaica).
IRMÃO: (pergunta à mãe) O que esta acontecendo?
MÃE: (vestida como uma das pessoas da coreografia:) - Teu irmão voltou e seu pai o recebeu são e salvo e esta muito feliz
(Irmão nervoso, anda inquieto, murmurando, entra o pai e dirige-se a ele) (cuide para que o som seja abaixado)
PAI: Venha filho, entre e vamos festejar seu irmão voltou!
IRMÃO: Não pai, eu nunca te abandonei, jamais desobedeci a uma ordem sua, e ainda assim o senhor nunca me deste um cabrito para que festejasse com meus amigos, e para ele que perdeu toda sua fortuna com bebidas, drogas e mulheres o senhor faz uma festa?
PAI: Filho você sempre está comigo e tudo o que tenho é teu também, mas teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado e isto meu filho é um bom motivo para nos alegrarmos não acha? Venha vamos
(Aumenta o som e recomeça a dança, escolher uma coreografia, todos participam da dança).
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